Saúde Mental e Eleições: guias para eleitorado e candidaturas
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Saúde mental também é uma decisão política — e as eleições são uma oportunidade de colocar esse tema no centro das políticas públicas.
A saúde mental faz parte da vida diária de cada brasileiro. E por isso mesmo ela também precisa estar no centro das decisões políticas.
Quando pensamos em eleições, é comum priorizarmos discussões sobre economia, segurança pública, transporte e educação. No entanto, existe um elemento vital que atravessa todas essas áreas: a saúde mental. A forma como trabalhamos, estudamos, nos locomovemos pelas cidades, acessamos os serviços públicos e nos relacionamos impacta diretamente nosso bem-estar, nossa autonomia e nossa qualidade de vida.
Atualmente, o Brasil lidera os índices de ansiedade no mundo e enfrenta desafios profundos em relação ao sofrimento psíquico de sua população, com marcas ainda mais intensas entre mulheres e jovens. Cuidar dessa realidade exige mais do que respostas individuais ou emergenciais: exige compromisso político, orçamento e políticas públicas estruturadas.
Para contribuir com uma democracia mais forte e com um debate eleitoral mais humano e inclusivo, o Instituto Cactus, em parceria com a EixoGov, lança os Guias sobre Saúde Mental e Eleições. A iniciativa reúne materiais práticos, gratuitos e apartidários, organizados em duas versões: uma pensada para o eleitorado e outra voltada para as candidaturas.
Acesse os materiais abaixo e descubra como colocar a saúde mental na pauta do nosso país!
Votar é decidir como a saúde mental será priorizada na vida de todas as pessoas.
Promover a saúde mental vai muito além do atendimento médico; envolve moradia digna, transporte de qualidade, segurança e acesso ao lazer. Ao votar, definimos quem gerenciará os recursos e criará as leis que afetam diretamente o nosso dia a dia. A edição do Guia sobre Saúde Mental e Eleições para o Eleitorado ajuda você a:
➡️ Avaliar propostas: identificar se um candidato(a) têm compromissos reais com a qualidade de vida da população.
➡️ Cobrar com precisão: entender as responsabilidades de cada cargo para fazer exigências certas aos governantes.
➡️ Votar com consciência: usar a saúde mental como um critério decisivo para fortalecer a democracia.
Incorporar a saúde mental de forma transversal fortalece a gestão pública e responde ads desafios reais da sociedade.
Saúde mental não é uma pauta isolada, mas uma estratégia central de desenvolvimento socioeconômico. O adoecimento mental gera custos altos com afastamentos do trabalho, evasão escolar e sobrecarga dos serviços públicos. Em contrapartida, investir em prevenção traz retornos concretos para toda a sociedade. A edição do Guia sobre Saúde Mental e Eleições para Candidaturas orienta a:
➡️ Propostas transversais: integrar saúde mental com áreas como Educação, Assistência Social, Infraestrutura, etc.
➡️ Garantir viabilidade técnica: elaborar planos alinhados à legislação atual e com sustentabilidade orçamentária.
➡️ Comunicar com responsabilidade: adotar linguagem inclusiva e sem estigmas para dialogar o público.

