Caminhos em Saúde Mental

Adolescentes Mapeamentos Mulheres Saúde Mental

Desenvolvimento: Março a Dezembro 2020

Lançamento: Junho 2021

Parceiros: Instituto Veredas

Resultados: 875 downloads

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Desenvolvido entre março e dezembro de 2020, em parceria com o Instituto Veredas, o levantamento Caminhos em Saúde Mental oferece um complexo entendimento a respeito do campo da saúde mental, incluindo seu histórico e estruturas no Brasil. Para isso, consideramos os consensos produzidos por organismos internacionais e a própria experiência brasileira – que por décadas serviu de modelo para a construção de estratégias comunitárias de cuidado no mundo.

Lançado em junho de 2021, o relatório inédito sobre os caminhos de atuação em saúde mental no Brasil teve como objetivo promover um olhar mais amplo e, ao mesmo tempo, aprofundado sobre o tema, com as principais abordagens e desafios para a incidência no campo no país, olhando especialmente para adolescentes e mulheres, nossos públicos prioritários.

O levantamento vai de encontro com um dos nossos grandes objetivos no Instituto Cactus, que é levar o conhecimento de qualidade – através do debate aberto, informativo, empático e menos polarizado sobre os consensos e disparidades presentes nesse contexto, nosso primeiro grande esforço institucional para ajudar a pavimentar o campo da saúde mental no Brasil.

Como atuamos como um agregador e priorizamos o engajamento de diversos setores sociais em torno do tema, o relatório foi desenvolvido a partir da escuta de especialistas de diversas áreas: sociologia, gestão pública, psicologia, medicina e atores do campo. Também detalhamos 7 estratégias de atuação, seus desafios e oportunidades: advocacy, empoderamento, suporte social, liderança e governança, sistema de saúde, ações de saúde mental e sistema de informação, dados científicos e pesquisas.

ACESSE “CAMINHOS EM SAÚDE MENTAL” NA ÍNTEGRA

Alguns dados

Problema de saúde pública global:

das pessoas no mundo serão afetadas por transtornos mentais durante suas vidas
mas apenas 10% terão acesso a tratamento. Em 2015, a proporção da população global com depressão era de 4,4%, ou 332 milhões de pessoas;

Carga global de doenças:

maior fardo de doenças no mundo no que diz respeito aos anos vividos com incapacidade (YLD), em que as doenças mentais representam 32,4% do total de vida. Já no caso dos DALYs (anos de vida vividos com incapacidade e anos de vida perdidos), as doenças mentais representam 13% do total de anos, equivalente às doenças cardiovasculares e circulatórias;


Investimentos públicos e privados:

2%
menos de 2% dos orçamentos públicos de saúde são alocados para a saúde mental globalmente, sendo que a situação é ainda pior em países de baixa e média renda.
4%
No Brasil, o investimento social privado destinado à saúde e esporte correspondeu a apenas 4% do total de R$2,5 bilhões em 2019;

Adolescentes:

50% das condições de saúde mental começam até os 14 anos de idade, e 75% até os 24 anos e cerca de 80% dos casos não são diagnosticados ou recebem tratamento adequado.

Mulheres:

Uma em cada cinco mulheres apresenta transtornos mentais comuns e a taxa de depressão é, em média, o dobro da taxa de homens com o mesmo sofrimento, podendo ainda ser mais persistente nas mulheres.

A sobrecarga física e mental de trabalho é apontada como um dos principais fatores de risco: em mulheres com alta sobrecarga doméstica o número de mulheres com transtornos mentais comuns vai de 1 a cada 5 mulheres para 1 a cada 2 mulheres.

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